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IF Baiano representado na Cúpula de Neurodiversidade em Stanford

Modificado: 27/10/2026 às 16h09 Publicado: 22/10/2025 às 12h19

Evento internacional destacou o potencial da neurodivergência para inovação e inclusão

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O Instituto Federal Baiano (IF Baiano) esteve representado na 6ª Cúpula Anual de Neurodiversidade de Stanford (Stanford Neurodiversity Summit – SNS 2025), realizada entre os dias 13 e 15 de setembro, na Universidade de Stanford, Califórnia (EUA).

O evento contou com a participação da Diretoria de Gestão de Pessoas do IF Baiano, por meio do servidor da Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas, José Alberto Júnior, que também é membro da comunidade “Quem Vê Cara Não Vê Deficiência”, grupo da Rede InovaGov, formado por servidores públicos de diferentes esferas.

O encontro reuniu pesquisadores, profissionais e representantes de diversas instituições para discutir caminhos práticos de inclusão e inovação. A presença do IF Baiano no evento buscou reforçar o compromisso do instituto com a pauta de diversidade e inclusão, reconhecida como competência transversal no setor público.

Brasil representado em debate global sobre neurodiversidade

A comunidade “Quem Vê Cara Não Vê Deficiência”, que foi porta-voz do Brasil no evento, apresentou o projeto de arteterapia “More Than Meets the Eye” (“Mais do que os olhos podem ver”, em tradução livre). A proposta tem como objetivo provocar o debate sobre a neurodiversidade e a inclusão, destacando a importância de enxergar além dos rótulos e valorizar as potencialidades de cada pessoa.

Além do servidor do IF Baiano, participaram os servidores Michele do Amaral (MPT-RN), Marcia Goulart (Justiça Federal – PR), Gabriela Gurgel (Justiça Federal – RN) e Carlos Goulart (médico neurologista).

A Cúpula também contou com palestras e discussões sobre diversos temas, como a personalização da educação. Segundo Alberto Júnior, as apresentações “mostraram como olhar para a criança de forma integral e considerar sua variabilidade pode transformar a sala de aula” e ressaltaram “a importância de reconhecer e desenvolver os pontos fortes das pessoas neurodivergentes, evitando que talentos se percam por falta de estímulo adequado”.

Ainda segundo ele, a participação na Cúpula de Neurodiversidade contribuiu para reforçar o compromisso da instituição em promover ambientes de trabalho e aprendizagem acolhedores, que reconheçam e valorizem as diferenças. “Um dos aprendizados mais marcantes foi a ideia de que a verdadeira inclusão não se trata de ‘como encaixar pessoas no sistema’, mas sim de ‘como redesenhar os sistemas para reconhecer e estimular o potencial único de cada indivíduo’”, destacou.

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