﻿{"id":37279,"date":"2025-11-14T14:33:38","date_gmt":"2025-11-14T17:33:38","guid":{"rendered":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/?p=37279"},"modified":"2025-11-17T09:59:05","modified_gmt":"2025-11-17T12:59:05","slug":"pesquisas-do-if-baiano-investigam-desertificacao-em-afluente-do-rio-sao-francisco-e-solucoes-para-a-recuperacao-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/blog\/pesquisas-do-if-baiano-investigam-desertificacao-em-afluente-do-rio-sao-francisco-e-solucoes-para-a-recuperacao-ambiental\/","title":{"rendered":"Pesquisas do IF Baiano estudam desertifica\u00e7\u00e3o em afluente do rio S\u00e3o Francisco e solu\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o ambiental"},"content":{"rendered":"\n<p>A desertifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo de intensa degrada\u00e7\u00e3o das terras em regi\u00f5es \u00e1ridas, semi\u00e1ridas e sub\u00famidas secas, resultado de varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e da a\u00e7\u00e3o humana. \u00c9 exatamente essa situa\u00e7\u00e3o que se observa \u00e0s margens da sub-bacia do Salitre, um afluente do rio S\u00e3o Francisco localizado na regi\u00e3o de Campo Formoso, Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 mais de uma d\u00e9cada, o problema \u00e9 tema de pesquisas realizadas por professores e estudantes do IF Baiano, desenvolvidas no contexto do Mestrado em Ci\u00eancias Ambientais, do <em>Campus<\/em> Serrinha, e em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo Baiano (UFRB). Os projetos contam com financiamento do IF Baiano, da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa na Bahia (FAPESB) e do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico). Os experimentos e discuss\u00f5es em torno do assunto t\u00eam feito parte da forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de estudantes do ensino m\u00e9dio ao doutorado,  promovendo a viv\u00eancia pr\u00e1tica de solu\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas pesquisas, lideradas no IF Baiano pelos professores Alison Jadavi e M\u00e1rcio Rios, resultaram em diversos estudos publicados em revistas nacionais e internacionais, oferecendo evid\u00eancias sobre a eros\u00e3o na regi\u00e3o, os fatores que contribuem para a degrada\u00e7\u00e3o do solo, os impactos socioambientais do problema e as poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es para a recupera\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-video\"><video controls src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/animais-salitre.mp4\"><\/video><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub><em>Registro mostra animais recorrendo a um pequeno buraco no leito do rio Salitre para beber \u00e1gua, evidenciando os impactos da desertifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o. (V\u00eddeo: arquivo da pesquisa)<\/em><\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Fatores humanos e clim\u00e1ticos explicam causas da desertifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Atividades humanas aparecem como um dos desencadeadores da desertifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o da sub-bacia do Salitre, a partir de exemplos como a constru\u00e7\u00e3o de estradas n\u00e3o pavimentadas e o cultivo intenso de <em>Agave sisalana<\/em> (conhecido como sisal) em encostas \u00edngremes, <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.36783\/18069657rbcs20190159\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">conforme aponta um dos estudos<\/a>, publicado em 2020 na <em>Revista Brasileira de Ci\u00eancia do Solo<\/em>. Experimentos tamb\u00e9m demonstraram que a eros\u00e3o linear, caracterizada pela exist\u00eancia de ravinas e vo\u00e7orocas, levou \u00e0 perda de aproximadamente 450.000 m\u00b3 de solo em uma \u00e1rea de 2.000 hectares (aproximadamente 20km). <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jsames.2022.103978\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Em outro estudo,<\/a> de 2022, publicado no <em>Journal of South American Earth Sciences<\/em>, as pesquisas indicaram processos de eros\u00e3o ocorrendo at\u00e9 20 vezes mais r\u00e1pido que a forma\u00e7\u00e3o natural do solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das atividades humanas, fatores clim\u00e1ticos tamb\u00e9m influenciam a degrada\u00e7\u00e3o. Em outro estudo, publicado na <em>Revista Brasileira de Climatologia<\/em>, os pesquisadores analisaram a caracteriza\u00e7\u00e3o das chuvas na regi\u00e3o e apontaram que precipita\u00e7\u00f5es intensas em curtos per\u00edodos levaram a elevados \u00edndices de erosividade, contribuindo para o avan\u00e7o da desertifica\u00e7\u00e3o no m\u00e9dio curso do rio Salitre.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"768\" data-id=\"37285\"  src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-37285\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1-1024x768.webp 1024w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1-300x225.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1-768x576.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1-600x450.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1-100x75.webp 100w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9445-Figura-6.1.webp 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"768\" data-id=\"37286\"  src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-37286\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2-1024x768.webp 1024w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2-300x225.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2-768x576.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2-600x450.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2-100x75.webp 100w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9447-Figura-6.2.webp 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em><sub>Exemplos de vo\u00e7orocas, forma\u00e7\u00f5es intensas de eros\u00e3o do solo, observadas na regi\u00e3o. Imagens: arquivo da pesquisa. <\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Impactos <\/strong>sociais e ambientais <\/h3>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de impactos ambientais, como a perda de habit\u00e1t para in\u00fameras esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas, o processo de desertifica\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o t\u00eam ocasionado a uma s\u00e9rie de efeitos socioecon\u00f4micos para a popula\u00e7\u00e3o local. Com a aus\u00eancia de fluxo h\u00eddrico no m\u00e9dio curso do rio Salitre, j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais \u00e1gua para usos dom\u00e9sticos e para a realiza\u00e7\u00e3o de atividades como pesca, irriga\u00e7\u00e3o e navega\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, \u201cas planta\u00e7\u00f5es locais tornaram-se dependentes da chuva, e as pessoas, principalmente os jovens, est\u00e3o migrando para outras regi\u00f5es&#8221;, descreve o pesquisador e coordenador do Mestrado em Ci\u00eancias Ambientais, Alison Jadavi.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitas pessoas, quando olham para o rio S\u00e3o Francisco, pensam ser dif\u00edcil aquele volume de \u00e1gua um dia n\u00e3o mais existir. Mas imagine a bacia do rio S\u00e3o Francisco como um corpo humano: o rio Salitre \u00e9 uma veia deste corpo, que, devido ao assoreamento, pode definitivamente deixar de funcionar, enquanto a degrada\u00e7\u00e3o das terras \u00e9 uma ferida que poder\u00e1 se expandir por todo o corpo\u201d, ilustra Jadavi.<\/p>\n\n\n\n<p>Por esses e outros motivos, a situa\u00e7\u00e3o do rio Salitre revela um problema de suma relev\u00e2ncia regional e cient\u00edfica, que serve de alerta. \u201cEstamos tratando de um problema local, mas que serve de alerta para outros afluentes do rio S\u00e3o Francisco. \u00c9 mais um importante rio do estado da Bahia que pode deixar de existir em um futuro pr\u00f3ximo\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estudos tamb\u00e9m apontam solu\u00e7\u00f5es para recupera\u00e7\u00e3o na \u00e1rea<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Partindo do mapeamento do problema e da identifica\u00e7\u00e3o dos impactos da desertifica\u00e7\u00e3o no m\u00e9dio curso do rio Salitre, os pesquisadores tamb\u00e9m passaram a desenvolver experimentos voltados para a recupera\u00e7\u00e3o ambiental da regi\u00e3o, obtendo resultados positivos. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/2179-8087.009419\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Neste estudo de 2020<\/a>, os cientistas demonstraram que o uso de t\u00e9cnicas conservacionistas do solo pode garantir produ\u00e7\u00e3o vegetal na \u00e1rea, evitando a degrada\u00e7\u00e3o das terras, impedindo o assoreamento do rio e permitindo a recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea degradada.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, os pesquisadores testaram especificamente o uso de terra\u00e7os, estruturas constru\u00eddas no terreno para reduzir a eros\u00e3o e aumentar a reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Durante dois anos, a equipe acompanhou as mudan\u00e7as no solo, medindo caracter\u00edsticas f\u00edsicas e a umidade com o aux\u00edlio de sensores. <\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados indicaram que o terraceamento melhorou a reten\u00e7\u00e3o e a disponibilidade de \u00e1gua, al\u00e9m de favorecer propriedades f\u00edsicas do solo, comprovando que a pr\u00e1tica \u00e9 eficaz e ecologicamente vantajosa para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas \u00e0s margens do rio Salitre.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"423\" data-id=\"37287\"  src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1-1024x423.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-37287\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1-1024x423.webp 1024w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1-300x124.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1-768x317.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1-600x248.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1-100x41.webp 100w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9731-ANTES-1.webp 1500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"768\" data-id=\"37288\"  src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1-1024x768.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-37288\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1-1024x768.webp 1024w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1-300x225.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1-768x576.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1-600x450.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1-100x75.webp 100w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/9743-DEPOIS-1.webp 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em><sub>Antes de depois dos experimentos de recupera\u00e7\u00e3o vegetal. Imagens: arquivo da pesquisa. <\/sub><\/em><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pr\u00f3ximos passos das pesquisas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Com a interrup\u00e7\u00e3o do fluxo natural do rio, as cisternas de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva tornaram-se a principal fonte de \u00e1gua para produ\u00e7\u00e3o vegetal na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, atualmente, os pesquisadores est\u00e3o desenvolvendo estudos voltados a assegurar a sufici\u00eancia do volume armazenado nas cisternas e implementar t\u00e9cnicas de conserva\u00e7\u00e3o do solo nas \u00e1reas de plantio, com apoio do programa \u201cCi\u00eancia da Mesa\u201d da FAPESB, buscando solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis que unam produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e recupera\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\" \/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>SAIBA MAIS<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo a seguir, produzido pelo grupo de pesquisadores, com o fomento da Fapesb, \u00e9 poss\u00edvel conhecer mais sobre o processo de desertifica\u00e7\u00e3o e os experimentos realizados.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Desertifica\u00e7\u00e3o\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/79CTVVRTGec?start=39&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Confira ainda, os estudos j\u00e1 publicados sobre o processo de desertifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o do rio Salitre.<\/p>\n\n\n\n<ol>\n<li><a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.36783\/18069657rbcs20190159\">Soil loss as a desertification risk indicator: mapping and simulation in the Salitre River Sub-Basin, Northeast Brazil<\/a>&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\">\n<li><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1590\/2179-8087.009419\">Terracing Recovers the Quality of a Riverbank Soil Degraded by Water Erosion in Brazilian Semiarid&nbsp;<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\">\n<li><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jsames.2022.103978\">Soil pedestal dating in the degraded Salitre River basin in the northeast of Bahia, Brazil.<\/a>&nbsp;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"4\">\n<li><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1108\/SR-09-2021-0316\">Evaluation of low-cost electronic sensors for monitoring soil moisture in an experimental area in the Brazilian semiarid.&nbsp;<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"5\">\n<li><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.20502\/rbg.v21i4.1940\">Solos carbon\u00e1ticos e a desertifica\u00e7\u00e3o no m\u00e9dio curso da bacia do rio Salitre, Bahia&nbsp;<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"6\">\n<li><a href=\"https:\/\/dx.doi.org\/10.5380\/abclima.v27i0.72823\">Hydrological characterization of rainfall and its potential erosivity in the middle course of salitre river basin in the brazilian semi-arid.&nbsp;<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"7\">\n<li><a href=\"https:\/\/ri.ufrb.edu.br\/handle\/123456789\/2782\">Eros\u00e3o em uma microbacia em desertifica\u00e7\u00e3o no m\u00e9dio curso do Rio Salitre, BA&nbsp;<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"8\">\n<li><a href=\"https:\/\/ri.ufrb.edu.br\/jspui\/handle\/123456789\/2635\">Terra\u00e7os com cultivo irrigado na recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas na gera\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os ambientais&nbsp;<\/a><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p>Visite tamb\u00e9m a <a href=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/mestrado-ciencias-ambientais-serrinha\/\">p\u00e1gina<\/a> do Mestrado em Ci\u00eancias Ambientais do IF Baiano &#8211; Campus Serrinha, e conhe\u00e7a outros projetos e pesquisas desenvolvidas pelo programa. <\/p>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 2014, pesquisadores do IF Baiano, em parceria com a UFRB, analisam causas, impactos e solu\u00e7\u00f5es para a desertifica\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o da sub-bacia do Salitre, na Bahia.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":37299,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,5,10],"tags":[129,451,42],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37279"}],"collection":[{"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37279"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37279\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37314,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37279\/revisions\/37314"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37299"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}