﻿{"id":34964,"date":"2025-04-19T10:56:28","date_gmt":"2025-04-19T13:56:28","guid":{"rendered":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/?p=34964"},"modified":"2025-04-19T10:56:29","modified_gmt":"2025-04-19T13:56:29","slug":"abril-indigena-no-if-baiano-um-mes-de-reflexao-e-valorizacao-dos-povos-originarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/blog\/abril-indigena-no-if-baiano-um-mes-de-reflexao-e-valorizacao-dos-povos-originarios\/","title":{"rendered":"Abril Ind\u00edgena no IF Baiano: um m\u00eas de reflex\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o dos povos origin\u00e1rios"},"content":{"rendered":"\n<p>No dia 19 de abril, celebra-se o Dia dos Povos Ind\u00edgenas, data que traz \u00e0 tona debates pelo reconhecimento das identidades ind\u00edgenas e valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes dos povos origin\u00e1rios do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00e7\u00f5es institucionais e pedag\u00f3gicas ligadas ao tema est\u00e3o presentes durante todo o ano acad\u00eamico no IF Baiano. Neste m\u00eas, os N\u00facleos de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas do IF Baiano (NEABI&#8217;s) intensificam atividades com uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade cultural, combate aos estere\u00f3tipos e fortalecimento de lutas.<\/p>\n\n\n\n<p>Saiba mais sobre o significado da data e como a comunidade do IF Baiano tem se mobilizado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Reconhecimento identit\u00e1rio<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Celebrar os povos ind\u00edgenas come\u00e7a por demarcar sua verdadeira hist\u00f3ria e identidade. Em 2022, a <a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2022\/lei\/L14402.htm\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2019-2022\/2022\/lei\/L14402.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei n\u00ba 14.402\/22<\/a> substituiu a nomenclatura \u201cDia do \u00cdndio\u201d por \u201cDia dos Povos Ind\u00edgenas\u201d. A mudan\u00e7a representa mais do que uma atualiza\u00e7\u00e3o terminol\u00f3gica: visa romper com uma concep\u00e7\u00e3o que desconsiderava a pluralidade de culturas, cren\u00e7as e modos de vida dos povos origin\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>A mudan\u00e7a do singular &#8220;\u00cdndio&#8221; para o plural &#8220;Povos Ind\u00edgenas&#8221; demarca a imensa diversidade existente nos mais de 300 povos ind\u00edgenas do Brasil. Na Bahia, essa diversidade se expressa em pelo menos <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/anaind.org.br\/povos-indigenas\/bahia\/\" target=\"_blank\">22 povos ind\u00edgenas identificados<\/a>, entre eles os Tupinamb\u00e1, Patax\u00f3, Pankarar\u00e9, Tumbalal\u00e1, Kiriri, Kaimb\u00e9 e Xukuru-Kariri. Cada povo possui saberes, l\u00ednguas e formas pr\u00f3prias de organiza\u00e7\u00e3o social e territorial, compondo um mosaico de culturas que resistem e se reinventam.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a estudante do IF Baiano Rebeca Silva, pertencente \u00e0 etnia Patax\u00f3 H\u00e3h\u00e3h\u00e3e, da regi\u00e3o de Itaju do Col\u00f4nia, na Bahia, reconhecer sua identidade ind\u00edgena teve um impacto importante para seu autoconhecimento. \u201cConhecer a minha identidade ind\u00edgena \u00e9 me conhecer, conhecer minhas origens, conhecer meus ancestrais\u201d, afirma a estudante do curso de Guia de Turismo no <em>Campus<\/em> Uru\u00e7uca.<\/p>\n\n\n\n<p>A estudante relata que existem desafios enfrentados por estudantes ind\u00edgenas, incluindo o processo de autodeclara\u00e7\u00e3o e as dificuldades que envolvem a afirma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria, especialmente quando n\u00e3o se possuem tra\u00e7os fenot\u00edpicos considerados por padr\u00f5es externos. Ela tamb\u00e9m menciona que j\u00e1 viveu situa\u00e7\u00f5es desconfort\u00e1veis devido a esse fator.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"783\" height=\"611\" data-id=\"35002\"  src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8213-roda-conversa-abril-indigena-urucuca.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-35002\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8213-roda-conversa-abril-indigena-urucuca.webp 783w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8213-roda-conversa-abril-indigena-urucuca-300x234.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8213-roda-conversa-abril-indigena-urucuca-768x599.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8213-roda-conversa-abril-indigena-urucuca-600x468.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8213-roda-conversa-abril-indigena-urucuca-100x78.webp 100w\" sizes=\"(max-width: 783px) 100vw, 783px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"779\" data-id=\"35005\"  src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca-1024x779.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-35005\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca-1024x779.webp 1024w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca-300x228.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca-768x585.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca-600x457.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca-100x76.webp 100w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8407-evento-abril-indigena-urucuca.webp 1419w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>As institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e educacionais t\u00eam um papel fundamental na valoriza\u00e7\u00e3o das diversas identidades \u00e9tnico-raciais e no combate a pr\u00e1ticas contr\u00e1rias a esse dever. Para o coordenador geral do N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas, Chintamani Alves, o contexto escolar \u00e9 um espa\u00e7o para \u201cquestionar desvantagens sist\u00eamicas e atuar na contram\u00e3o das estigmatiza\u00e7\u00f5es e das desvaloriza\u00e7\u00f5es das identidades de grupos historicamente vulnerabilizados\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, as institui\u00e7\u00f5es podem promover a equidade racial de forma ativa. No IF Baiano, esse trabalho \u00e9 institucionalizado por meio da atua\u00e7\u00e3o da Coordena\u00e7\u00e3o de Pol\u00edticas de A\u00e7\u00f5es Afirmativas, Equidade e Diversidade (CPAAED), ligada \u00e0 Pr\u00f3-Reitoria de Ensino (Proen), respons\u00e1vel por acompanhar pol\u00edticas afirmativas, e dos N\u00facleos de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas (NEABI&#8217;s).<\/p>\n\n\n\n<p>Rebeca, que recentemente contou sua experi\u00eancia em uma roda de conversa do Abril Ind\u00edgena no IF Baiano, conta que participar de discuss\u00f5es sobre os povos origin\u00e1rios no contexto acad\u00eamico \u00e9 algo enriquecedor para ela e para a comunidade: \u201cEu acredito que contribui bastante na valoriza\u00e7\u00e3o das identidades ind\u00edgenas por trazer sempre essa conscientiza\u00e7\u00e3o. Fico muito feliz de ter pessoas que se interessam em compartilhar as lutas ind\u00edgenas, a cultura, experi\u00eancias, porque a luta dos povos ind\u00edgenas n\u00e3o \u00e9 apenas dos povos ind\u00edgenas, \u00e9 de todos n\u00f3s que dividimos a mesma sociedade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Valoriza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria e dos saberes ind\u00edgenas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Celebrar os povos ind\u00edgenas passa tamb\u00e9m pela legitima\u00e7\u00e3o de seus saberes nos espa\u00e7os educacionais. Desde 2008, com a promulga\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 11.645, tornou-se obrigat\u00f3rio o ensino da Hist\u00f3ria e Cultura Ind\u00edgena nas escolas brasileiras. A legisla\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ferramenta essencial para superar a falta de valoriza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos milenares compartilhados pelos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p>No IF Baiano, docentes t\u00eam buscado incorporar essas diretrizes em suas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas. O professor de Hist\u00f3ria e coordenador do NEABI do <em>Campus<\/em> Uru\u00e7uca, Carlos Alberto Noronha, ressalta que o estudo da hist\u00f3ria e das culturas ind\u00edgenas contribui para romper com pol\u00edticas de esquecimento, provenientes de uma vis\u00e3o euroc\u00eantrica ainda persistente na educa\u00e7\u00e3o. \u201cProcuro trabalhar com discentes as trajet\u00f3rias ind\u00edgenas em diversos momentos de nossa hist\u00f3ria, procurando destacar a sua diversidade, autonomia e participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. E isso n\u00e3o somente em sala de aula, mas promovendo rodas de conversa, debates e, sempre que poss\u00edvel, a presen\u00e7a de ind\u00edgenas em atividades em colabora\u00e7\u00e3o com o NEABI\u201d, conta o professor.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo de a\u00e7\u00e3o que tem despertado o interesse dos estudantes \u00e9 a oficina do \u201cJogo da On\u00e7a\u201d, um jogo de tabuleiro de origem ind\u00edgena, tamb\u00e9m conhecido como \u201cAdugo\u201d. \u201cAl\u00e9m de exercitar o racioc\u00ednio l\u00f3gico, o jogo possibilita o contato com aspectos culturais dos povos Guarani, Bororo e Manchineri\u201d, relata o educador.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"948\" height=\"636\" src=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8014-oficina-adugo-ifbaiano-urucuca.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-35000\" srcset=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8014-oficina-adugo-ifbaiano-urucuca.webp 948w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8014-oficina-adugo-ifbaiano-urucuca-300x201.webp 300w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8014-oficina-adugo-ifbaiano-urucuca-768x515.webp 768w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8014-oficina-adugo-ifbaiano-urucuca-600x403.webp 600w, https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/8014-oficina-adugo-ifbaiano-urucuca-100x67.webp 100w\" sizes=\"(max-width: 948px) 100vw, 948px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><sub>Estudantes participam de oficina de &#8216;Adugo&#8217;, jogo de tabuleiro ind\u00edgena, no IF Baiano &#8211; <em>Campus<\/em> Uru\u00e7uca.<\/sub><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Os esfor\u00e7os para valorizar a hist\u00f3ria e a cultura ind\u00edgena nos curr\u00edculos escolares s\u00e3o um trabalho de todos e devem ser intensificados. Para a pr\u00f3-reitora de Ensino do IF Baiano, a professora K\u00e1tia Vilela, &#8220;uma educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica de qualidade n\u00e3o pode seguir ignorando os saberes, as lutas e a exist\u00eancia dos povos ind\u00edgenas. \u00c9 urgente que nossos curr\u00edculos reflitam a diversidade do nosso povo, rompendo com a l\u00f3gica colonial que silencia vozes origin\u00e1rias. Por isso, incentivamos que nossos(as) docentes integrem, com sensibilidade e compromisso, conte\u00fados sobre a hist\u00f3ria e cultura ind\u00edgena em suas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas. Essa \u00e9 uma escolha \u00e9tica, pedag\u00f3gica e pol\u00edtica que fortalece uma educa\u00e7\u00e3o verdadeiramente emancipadora&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Abril Ind\u00edgena no IF Baiano<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Por isso, a luta dos povos ind\u00edgenas \u00e9 de toda a sociedade. Durante o m\u00eas de abril, o IF Baiano refor\u00e7a esse compromisso institucional e celebra a cultura e a resist\u00eancia dos povos origin\u00e1rios com atividades realizadas pelos NEABI&#8217;s. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Campus Uru\u00e7uca<br><\/strong>Entre os destaques deste ano, o <em>Campus <\/em>Uru\u00e7uca realizou, no dia 9 de abril, uma programa\u00e7\u00e3o especial em alus\u00e3o ao Abril Ind\u00edgena. O evento contou com rodas de conversa, debates sobre identidade e resist\u00eancia, discuss\u00e3o sobre a devolu\u00e7\u00e3o do Manto Tupinamb\u00e1 e a j\u00e1 tradicional oficina e campeonato do Jogo da On\u00e7a (Adugo). As atividades reuniram estudantes, professores e convidados em um espa\u00e7o de aprendizagem coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Campus Bom Jesus da Lapa<br><\/strong>No dia 23 de abril, o NEABI do <em>Campus <\/em>Bom Jesus da Lapa realiza programa\u00e7\u00e3o do Abril Ind\u00edgena com  atividades que incluem uma roda de conversa com estudantes ind\u00edgenas, que compartilhar\u00e3o suas trajet\u00f3rias no IF Baiano; exibi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos tem\u00e1ticos no Cine Ind\u00edgena; e uma exposi\u00e7\u00e3o nos corredores, elaborada por estudantes, abordando temas como ativismo digital, sistemas agr\u00edcolas tradicionais e os impactos do agroneg\u00f3cio nas terras ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\">\n<p><\/p>\n<cite>Acompanhe mais atividades do Abril Ind\u00edgena pelas redes sociais e sites dos <a href=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/neabi\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/neabi\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NEABI&#8217;s<\/a> do IF Baiano.<\/cite><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 19 de abril, celebra-se o Dia dos Povos Ind\u00edgenas, data que traz \u00e0 tona debates pelo reconhecimento das identidades ind\u00edgenas e valoriza\u00e7\u00e3o dos saberes dos povos origin\u00e1rios do Brasil. 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