﻿{"id":29242,"date":"2023-10-10T11:06:30","date_gmt":"2023-10-10T14:06:30","guid":{"rendered":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/?p=29242"},"modified":"2023-10-10T11:06:34","modified_gmt":"2023-10-10T14:06:34","slug":"i-encontro-urucu-na-cabruca-destacou-o-potencial-socioambiental-da-criacao-de-abelhas-sem-ferrao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ifbaiano.edu.br\/portal\/blog\/i-encontro-urucu-na-cabruca-destacou-o-potencial-socioambiental-da-criacao-de-abelhas-sem-ferrao\/","title":{"rendered":"I Encontro Uru\u00e7u na Cabruca destacou o potencial socioambiental da cria\u00e7\u00e3o de abelhas sem ferr\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>A cria\u00e7\u00e3o racional de abelhas sem ferr\u00e3o &#8211; pr\u00e1tica denominada de meliponicultura &#8211; e os seus benef\u00edcios socioambientais foram destaques no <em>I Encontro Uru\u00e7u na Cabruca<\/em>, que reuniu mais de 200 meliponicultores(as), estudantes e pesquisadores(as) da \u00e1rea. O evento aconteceu no Dia Nacional da Abelha, na ter\u00e7a-feira (03), no IF Baiano &#8211; Campus Uru\u00e7uca, munic\u00edpio que leva o nome em homenagem \u00e0 esp\u00e9cie nativa da regi\u00e3o, a Uru\u00e7u Amarela (<em>Melipona mondury)<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro foi realizado pela Tab\u00f4a Fortalecimento Comunit\u00e1rio, IF Baiano \u2013 Campus Uru\u00e7uca, Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado da Bahia e Sebrae, com apoio do Instituto humanize, e integra as a\u00e7\u00f5es do projeto Uru\u00e7u na Cabruca. \u201cA estrat\u00e9gia do projeto visa ampliar o n\u00famero de col\u00f4nias na natureza e aliar os benef\u00edcios ambientais \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de mel, contribuindo para o aumento de renda das fam\u00edlias envolvidas\u201d, explica Gabriel Chaves, gerente do Programa de Desenvolvimento Rural da Tab\u00f4a. \u201cAo reunir no mesmo lugar diferentes p\u00fablicos, o evento buscou chamar aten\u00e7\u00e3o para a meliponicultura e mostrar que tem agricultores familiares produzindo mel e que tamb\u00e9m h\u00e1 pesquisadores e estudantes se dedicando a essa pr\u00e1tica, que \u00e9 t\u00e3o promissora em nossa regi\u00e3o\u201d, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>Julianna Torres, respons\u00e1vel pelo setor de meliponicultura do IF Baiano e uma das coordenadoras do projeto, ressalta a import\u00e2ncia do encontro como espa\u00e7o de troca de saberes entre o(a) agricultor(a) e a academia. \u201cFoi muito gratificante ver os olhos brilhando dos agricultores, especialmente aqueles que come\u00e7aram h\u00e1 um tempo e que j\u00e1 geraram frutos a partir do aprendizado, com impactos positivos em suas comunidades\u201d. Os benef\u00edcios sociais e ambientais da meliponicultura tamb\u00e9m foram destacados por Claudiana Figueiredo, coordenadora regional do Sebrae. \u201cApoiar a meliponicultura \u00e9 uma forma de melhorar a qualidade de vida das comunidades envolvidas\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p>A programa\u00e7\u00e3o do Encontro contou com painel tem\u00e1tico, que destacou a import\u00e2ncia dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos prestados pelas abelhas, como a poliniza\u00e7\u00e3o de plantas de diferentes g\u00eaneros e esp\u00e9cies, para prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade e promo\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar das popula\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, foram realizadas cinco oficinas em temas como constru\u00e7\u00e3o de caixas de abelhas; avalia\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o de gen\u00f3tipos das col\u00f4nias para produ\u00e7\u00e3o de mel; manejo de multiplica\u00e7\u00e3o e transfer\u00eancia de col\u00f4nias; produtos de abelhas e pratos \u00e0 base de mel.&nbsp; \u201cO evento trouxe conte\u00fados did\u00e1ticos facilmente compreens\u00edveis para diversos p\u00fablicos, seja para quem come\u00e7ou agora ou para quem j\u00e1 est\u00e1 na pr\u00e1tica h\u00e1 um tempo\u201d, comenta a consultora do projeto, N\u00e1dia Oliveira, que atua no campo realizando o acompanhamento t\u00e9cnico de agricultores(as) atendidos(as) pelo Uru\u00e7u na Cabruca.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre o projeto |<\/strong> O projeto<em> Uru\u00e7u na Cabruca<\/em> fomenta a pr\u00e1tica da meliponicultura no contexto da agricultura familiar no Sul da Bahia, regi\u00e3o historicamente conhecida pelo cultivo de cacau no sistema cabruca, como estrat\u00e9gia na prote\u00e7\u00e3o da agrobiodiversidade, na preserva\u00e7\u00e3o da abelha nativa <em>Melipona mondury<\/em> e no fortalecimento de comunidades rurais. Desde 2019, 120 fam\u00edlias j\u00e1 foram alcan\u00e7adas em cinco munic\u00edpios baianos &#8211; Camamu, Ibirapitanga, Ilh\u00e9us, Itacar\u00e9 e Uru\u00e7uca. A iniciativa \u00e9 realizada em parceria pela Tab\u00f4a Fortalecimento Comunit\u00e1rio e pelo IF Baiano \u2013 Campus Uru\u00e7uca. E conta com os apoios do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado da Bahia, que tamb\u00e9m participou de sua concep\u00e7\u00e3o, e do Instituto humanize.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fotos: Tab\u00f4a | Florisval Neto.<br>Fonte: Tab\u00f4a Fortalecimento Comunit\u00e1rio<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cria\u00e7\u00e3o racional de abelhas sem ferr\u00e3o &#8211; pr\u00e1tica denominada de meliponicultura &#8211; e os seus benef\u00edcios socioambientais foram destaques no I Encontro Uru\u00e7u na Cabruca, que reuniu mais de 200 meliponicultores(as), estudantes e pesquisadores(as) da \u00e1rea. 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