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FEMMIC 2021 abre trabalhos e reflete sobre o papel das feiras de ciência
Atualizado em 26 de outubro de 2021 às 16h14 | Publicado em 26 de outubro de 2021 às 16h07

Evento realizado pelo Campus Catu está em sua 15° edição e tem atividades programadas até 27 de outubro

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Começou na tarde de ontem, 25, a FEMMIC, evento tradicional realizado pelo Campus Catu do IF Baiano e que engloba a 15ª Feira dos municípios e a 5ª Mostra de Iniciação Científica da Bahia. O primeiro dia de programação teve cerimônia de abertura, apresentação cultural, palestra e ainda comunicação oral e minicursos. O evento segue até amanhã, 27. 

Realizada em parceria com o Grupo de Pesquisa em Educação Científica (GPEC), a FEMMIC tem como finalidade incentivar e promover a Iniciação Científica, prioritariamente, no Ensino Fundamental II, Médio e Técnico no Estado da Bahia.

Abertura oficial 

Com transmissão aberta ao público pelo YouTube, a abertura oficial do evento foi apresentada pela professora Fernanda Castro e contou com a participação de gestores do IF Baiano e da organização do evento. 

A mesa virtual foi composta pela secretária de educação e cultura município de Catu, Rosangela Sales, a pró-reitora de Desenvolvimento Institucional, Hildonice Batista, representando o reitor do iF Baiano, a pró-reitora de Pesquisa e inovação, Luciana Mazzutti, o representante da pró-reitoria de Extensão, Luís Gomes, o coordenador geral do evento, Saulo Luis Capim, e a diretora do Campus Catu, Sandra Jesus. 

“Será uma semana de grande aprendizado, de grande interação com o público, mostrando o potencial e o quanto essa instituição pode agregar na formação de jovens cientistas e de pessoas que estão preocupadas nos porquês das coisas e em levar respostas diante de tantas demandas que a gente tem na sociedade”, pontuou o coordenador geral, Saulo Capim, do evento durante a cerimônia.

Apresentação cultural 

O tradicional momento cultural abrilhantou a cerimônia de abertura da FEMMIC, este ano, sendo apresentado pelas professoras Aline Mascarenhas e Anísia Dias. Elas lembraram dos impactos da pandemia nas atividades culturais, os quais levaram muitos artistas a utilizar as redes sociais como espaço de divulgação da sua arte. 

Para representar esse momento, trouxeram um vídeo com trabalhos de artistas que expressam os sentimentos vividos pelo mundo durante o período de quarentena. As obras fazem parte do Covid Art Museum, o primeiro museu do mundo que nasceu durante a pandemia. 

Palestra de abertura aborda o papel das feiras de ciência 

Com o tema ‘O papel das feiras de ciências na formação do estudante da educação básica em tempos de pandemia’, a palestra de abertura da Femmic foi mediada pela professora Alexandra Carvalho, do Campus Catu, que deu as boas-vindas à palestrante convidada, Roseli Lopes, professora associada da Escola Politécnica da USP e coordenadora da Febrace, umas das maiores feiras de ciências do país. 

A educadora iniciou a palestra falando sobre o surgimento do método científico e como se dá o avanço da evolução humana à medida em que o conhecimento passa a ser registrado e tecnologias vão se desenvolvendo. “Hoje, a gente está num momento que é chamado de quarta revolução industrial, que é essa era da inteligência, onde a questão da colaboração, a questão do conhecimento e a questão dos sistemas ciberfísicos são extremamente importantes”, explicou Lopes. 

Diante da realidade atual, a professora lembrou da necessidade de inovar na educação para formar pessoas com espírito inovador e voltado especialmente para o desenvolvimento social. “Como é que a gente pode estimular que as pessoas se interessem por ciência e tecnologia, mas com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas, defender o interesse público, defender o desenvolvimento, não só econômico, mas o desenvolvimento social? Como é que a gente vai ter um país mais humano e que a gente consiga mais equilíbrio, uma distribuição de renda mais justa?”, provocou. 

Na visão da palestrante, as feiras de ciência e engenharia são ferramentas poderosas de engajamento e transformação. Lopes reforçou a importância das escolas incentivarem os alunos a fazer experimentos científicos, desde aqueles com questões mais simples e supervisionados, àqueles em que os alunos possam, com a devida segurança, ter mais liberdade de exploração. 

“Não só ler um livro, mas que a gente consiga ter atividades práticas também, onde a gente experimenta, observa e vai aguçando a nossa capacidade de descrever e sugerir alterações. E com isso, quando a gente faz os projetos de iniciação científica, a gente vai caminhando nessa espiral de desenvolvimento e conseguindo tratar de questões mais complexas, problemas do mundo real e que vão fazer com que os alunos desenvolvam mais autonomia e maior rigor”, argumentou.  

Sobre o evento 

A FEMMIC 2021 segue até amanhã, 27. O público participa do evento por meio de duas modalidades: Mostra Científica, com submissão de trabalhos, e como ouvinte, sem a inscrição de trabalhos. A modalidade Mostra Científica conta com exposição de pôster, diário de bordo, resumo expandido, publicação de vídeo e comunicação oral. 

Ao final do evento, na noite do dia 27, haverá uma premiação dos melhores trabalhos apresentados.

Acompanhe tudo sobre a FEMMIC no site do evento

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