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IF Baiano leva 51 trabalhos ao Congresso Norte-Nordeste de Pesquisa e Inovação
Atualizado em 11 de outubro de 2018 às 14:23 horas | Publicado em 11 de outubro de 2018 às 14:10 horas

Evento é realizado desde 2006, com o objetivo de impulsionar e difundir a produção na área de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.

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A décima segunda edição do Congresso Norte-Nordeste de Pesquisa e Inovação (XII CONNEPI) será realizada em Recife (PE) de 27 a 30 de novembro. O evento promove a apresentação de trabalhos e experiências realizadas por estudantes, docentes e pesquisadores de instituições de educação e cadeias produtivas de diferentes setores, além de palestras, oficinas, minicursos, workshops e mostras tecnológicas e culturais.

Este ano, 51 trabalhos (pôsters e orais) de estudantes e docentes representam o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano) no evento. O número expressa um crescimento de 218% em quantidade de trabalhos aprovados. Na última edição do Connepi, foram 16.

Reafirmando a essência do IF Baiano enquanto instituição de essência agrícola, 32 dos trabalhos aprovados são da área de Ciências Agrárias. Outras áreas também são representadas como Ciências Humanas, com 6 pesquisas, Ciências Exatas e da Terra, 3, e Linguística, Letras e Artes, 3.

Curso de Agroindústria do Campus Guanambi é destaque

Com 31 trabalhos aprovados, o Campus Guanambi tem o maior número de trabalhos aprovados dentre os oito campi do IF Baiano (Alagoinhas, Catu, Governador Mangabeira, Guanambi, Itapetinga, Senhor do Bonfim, Teixeira de Freitas e Valença) que estarão representados nesta edição do Connepi.

Destes 31 trabalhos aprovados pelo Campus Guanambi, 24 são de alunos e professores do Curso Superior de Tecnologia em Agroindústria, ou seja, 45% se comparado a todo IF Baiano e 75% se comparado ao Campus Guanambi.

Um destes trabalhos é de Marcílio Moreira, tecnólogo em Agroindústria pelo IF Baiano – Campus Guanambi. Ele trabalhou no desenvolvimento do projeto “Condições higiênico-sanitárias das unidades de produção de farinha de mandioca (manihotesculentacrantz) em municípios do território do sertão produtivo”. Durante sua trajetória no Instituto, o egresso teve diversas oportunidades de atuar com pesquisa e extensão, além de participar de eventos científicos que contribuíram para sua formação.

“É essencial que o aluno desenvolva projetos de pesquisa e inovação, pois, destes trabalhos, desenvolvemos métodos para que possamos melhorar o mundo cada dia mais. Na minha área, que é a de Alimentos, podemos desenvolver novos produtos, métodos de análises, embalagens inovadoras, podemos contribuir para que se diminua o desperdício de alimentos para que haja um aproveitamento de resíduos e até agregar valor a outros alimentos”, conta Moreira.

Para a orientadora do projeto e também coordenadora do curso de tecnologia em Agroindústria, Aureluci Aquino, a participação em eventos como o Connepi, enriquecem a vivência dos estudantes, ultrapassando o acesso aos conteúdos acadêmicos. “Atividades que extrapolam o espaço físico do campus possibilitam ao estudante conhecer outras realidades, além de ter acesso ao conhecimento científico sob diversos aspectos”.

Incentivo à pesquisa no IF Baiano

De acordo com dados do último levantamento da Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional do IF Baiano (Prodin), no ano passado, 229 projetos de pesquisa e extensão foram desenvolvidos no IF Baiano, envolvendo mais de 700 pessoas, entre estudantes e docentes, e 400 produções científicas foram publicadas por pesquisadores da instituição.

Para estimular o crescimento dessa área, o Instituto promove chamadas internas, programas e parcerias institucionais que buscam estimular a prática da pesquisa no âmbito da instituição. Hoje, as principais chamadas realizadas pela Pró-reitoria de Pesquisa e Inovação (Propes), em parceria com o CNPq e Fapesb, correspondem ao total de 87 bolsas distribuídas entre o ensino médio e superior.

“Temos também alguns incentivos que os próprios campi fazem para os alunos do ensino médio e ensino superior. Também através de convênios com prefeituras e outras instituições. Por exemplo, em Guanambi, tem o convênio com a Embrapa. E tem mais exemplos de parcerias com instituições de pesquisa e universidades que estimulam a pesquisa”, comenta o pró-reitor de pesquisa e inovação do IF Baiano, Carlos Elísio Cotrim.

Segundo a coordenadora do curso de tecnologia em Agroindústria, Aureluci Aquino, desde o início da formação, os estudantes são incentivados a se tornarem pesquisadores com o objetivo de impulsionar e difundir a produção nas áreas de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico, dada a importância para o complemento da formação e da verticalização.

“Procuramos sempre fortalecer os debates sobre o papel dos Institutos Federais no desenvolvimento social e econômico do país e o caráter estratégico da ampliação dos investimentos na ciência e desenvolvimento tecnológico, sendo um dos objetivos do curso, a verticalização. O estímulo à pesquisa e a inovação também contribui para que estudante conheça sobre o seu curso e se interesse ainda mais por ele, uma vez que possibilita maior interação entre teoria e prática”, complementa a docente.

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