Estudantes ganham prêmio em evento sobre Rede de Computadores

premio_estudantes_ads_catuOs graduandos de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS), Nilvan Santana e Ueslem Pereira, do Campus Catu, foram premiados na 15ª Escola Regional de Redes de Computadores – ERRC 2017, pela apresentação do artigo “Análise de estratégias que fazem uso de informações da estrutura topológica para o posicionamento de nós regeneradores em Redes Ópticas Translúcidas”. O trabalho será publicado na Revista Eletrônica Internacional Argentina-Brasil de Tecnologias da Informação e da Comunicação (REABTIC).
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Engenharia Agronômica é um dos cursos superiores do IF Baiano

Aulas práticas de titulação ácido-base
Campus Bom Jesus da Lapa está com inscrições abertas até 8 de setembro
Interessei-me pelo curso por ser filho de pequeno agricultor rural e ter tido um breve conhecimento na área”, afirma Diogo Silva, estudante do 2osemestre do Instituto Federal Baiano (IF Baiano) – CampusBom Jesus da Lapa, sobre o seu interesse pela área. “Já sou formado como técnico agrícola pela mesma instituição. Quando terminei o curso técnico, o curso superior em engenharia agronômica foi implantado no CampusLapa. Escolhi o IF Baianoporpossuir graduação na área agronômica”, complementa Givanilson Pereira, estudante do mesmo semestre no campus.

Assim, o CampusBom Jesus da Lapa, situado no Território de Identidade Velho Chico epróximo a municípios do Território Rio Corrente como São Félix do Coribe eSanta Maria da Vitória, “tem pensado seu processo de consolidação territorial para além da formação técnica, científica e tecnológica para atender o contexto da produção agrícola. Sua proposta político-pedagógica objetiva um processo de ensino-aprendizagem que possibilite ao estudante interagir com seu meio (realidade), vislumbrando alternativas para construção do conhecimento, não apenas voltado para aquisição de informação como também para o exercício crítico-reflexivo e de intervenção sobre a realidade social”, explica o coordenador do curso Marcos Aurélio Silva.
Aulas práticas de titulação ácido-base

O professor Aurélio destaca que inserir a formação da engenharia agronômica no Território do Velho Chico “permitirá uma formação contextualizada com este bioma e com a inserção da produção agropecuária sustentável. Ademais, a formação encontra-se verticalizada com cursos de ensino integrado e subsequente no campo das ciências agrárias, fortalecendo o planejamento pedagógico e institucional do campus”, diz. Espera-se que o perfil do curso venha “entender a relevância do mesmo para o desenvolvimento socioeconômico local e regional”, enfatiza Silva. E, dessa forma, “contribuir com a elevação da qualidade dos serviços prestados no setor agropecuário e ambiental, tanto público quanto privado, frente aos desafios tecnológicos, gerenciais e organizacionais que nele se apresentam”, afirma.

Primeira turma à frente do Campus Bom Jesus da Lapa

O coordenador Silva explica que o mais desafiador da área de engenharia como um todo está nas “disciplinas da área de ciências exatas, principalmente a matemática”, diz. Além da teoria, os estudantes possuem práticas. “As aulas práticas correspondem a 25% da carga horária total da disciplina ou pode variar dependendo da necessidade apontado pelo professor da disciplina. Após as aulas práticas, os alunos elaboram relatórios onde expõem suas hipóteses e conclusões a respeito do tema estudado. Os alunos aprendem a preparar reagentes emanipular vidrarias e aparelhagem de laboratórios como medidores de pH, condutivímetros, microscópios, além disso o campuspossui uma estação meteorológica onde é possível trabalhar com dados de tempo aplicados à agricultura”, complementa Marcos.

Para o estudante Diego, “omais interessante é que, nessa área, todos os dias você aprende coisas novas e do cotidiano da vida do trabalhador do campo”, afirma. “Espero que o curso seja proveitoso e nos forneça uma bagagem de conhecimentos, preparando-nos para o mercado de trabalho e para a minha vida”, acrescenta. “O curso promove, além do ensino, a oportunidade de atuar em pesquisa e extensão, onde o que é aprendido em sala de aula é aplicado nessas atividades”, declara Givanilson. “O mais interessante é o conhecimento, que é oportunizado de forma gratuita e o desafioaqui é diário, responder àaltura o investimento e é claro a oportunidade de possuir capacitação profissional”, finaliza.
Onde atua?
  • O engenheiro agrônomo é o profissional responsável pelo planejamento, pela orientação e pela execução dos trabalhos relacionados à produção agropecuária, alimentos de origem vegetal e animal até sua liberação para a comercialização e o consumo;
  • O agrônomo atua em todas as etapas da produção e da comercialização dos produtos, acompanhando desde o plantio até o armazenamento e a distribuição da mercadoria ou no caso de animais, do controle de doenças, da reprodução e do abate. As principais especialidades são: defesa sanitária (prevenção de doenças da lavoura e combate às pragas); engenharia rural (supervisão da construção de instalações rurais como nivelamento do solo, sistemas de irrigação e drenagem); fitotecnia (controla o uso de sementes, adubos e agrotóxicos, além da prevenção de doenças e pragas); agribusiness (pesquisa e orienta o uso de fertilizantes, agrotóxicos e rações; acompanha a safra desde o plantio até a venda); agroecologia (pesquisa meios de conservar e aumentar a fertilidade dos solos e zelar pela utilização racional da terra, água, flora e fauna); zootecnia (cuida da saúde, da alimentação, da reprodução e da adaptação ao meio do rebanho). 

    Principais áreas de atuação: 

– Administração de propriedades rurais;
– Defesa sanitária;
– Desenvolvimento rural em órgãos públicos;
– Padronização e classificação dos produtos agrícolas;
– Promoção de rastreabilidade, certificação de alimentos, fibras e biocombustíveis;
– Indústrias de alimentos e insumos agrícolas;
– Empresas de gestão ambiental e agronegócio;
– Controle de pragas e vetores em ambientes urbanos e rurais, no setor público ou privado;
– Manejo de solos;
– Fitotecnia (técnica de cultivo e reprodução de vegetais);
– Laboratórios de pesquisa científica e tecnológica;
– Melhoramento vegetal e animal;
– Consultoria.
Onde estudar?

Campus Guanambi

Fotografia: Marcos Aurélio da Silva






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Formação de professores na área de ciências agrárias

Curso superior do IF Baiano enfatiza
a educação do campo, a educação ambiental e a agroecologia
O docente em ciências agrárias entende que precisa ser responsável pela sistematização e pela multiplicação de saberes, vinculados à educação profissional na área de ciências agrárias, atuando na educação formal e não formal. Neste sentido, o discente deverá desenvolver a capacidade para seapropriar de saberes pedagógicos necessários à ação docente que fundamentem e deem sentido à prática educativa”, falao coordenador do curso de licenciatura em ciências agrárias, Antonio Silva, sobre o perfil dessa formação no Instituto Federal Baiano (IF Baiano) –Campus Senhor do Bonfim

No curso, “os estudantes aprendem e se encantam muito com os conhecimentos da área técnica, conhecimentos ligados àpesquisa na área específica”, destaca Silva. “Os professores responsáveis pelas disciplinas programam a parte prática do processo de ensino-aprendizagem. Alguns fazem aulas práticas em laboratórios, outros montam experimentos científicos em campo e ainda outros fazem viagens técnicas. Também, na parte de estágio, os alunos têm contato direto com a EFA (Escola Família Agrícola)”, explica o professor.
A licenciatura em ciências agrárias, segundo o coordenador, “está em consonância com a necessidade de formação de professores para atender às demandas específicas da região de abrangência do campus, enfatizando a educação do campo, a educação ambiental e a agroecologia, com uma abordagem científica para promoção da sustentabilidade nas dimensões sociais, econômicas, ambientais, culturais e políticas”, afirma. Para a estudante do 4osemestre, Beatriz Monteiro, o mais interessante está na forma de ensino dos professores. “Desperta em mim um interesse ainda maior sobre essa profissão”, pontua. “É uma área com a qual me identifico. Gosto tanto da parte de licenciatura quanto do trabalho com animais de fazenda”, declara a estudante. 
 
Beatriz e todos os futuros profissionais podem atuar na docência em instituições de ensino fundamental, médio e profissional; na orientação de projetos de agricultura familiar e economia solidária; na orientação, na elaboração e no acompanhamento de projetos pedagógicos pautados na pedagogia da alternância; na criação, naimplementação e no acompanhamento de projetos e programas de desenvolvimento agrícola sustentável junto a instituições; na coordenação pedagógica em cursos da área agrícola ou afins; na participação em grupos multiprofissionais ou interdisciplinares para produção de estudos e programas ambientais.
Durante a parte prática, os estudantes aprendem “o desenvolvimento das principais culturas agrícolas, pragas e doenças de plantas, o manejo e a criação dos animais, a convivência com a região semiárida, a análise estatística de dados e os princípios da pesquisa científica”, responde o coordenador sobre os ensinamentos aprendidos no curso. “Com o passar do tempo, (o estudante) passa a desenvolver habilidades de ensino, pesquisa e extensão com ampla visão crítica, ética e criativa, de forma a agregar informações e inovações tecnológicas, com perfil pedagógico-científico, partindo do compromisso para com o desenvolvimento sustentável”, esclarece sobre o perfil estudantil no IF Baiano.
Para Rozilda Pereira, estudante do 6osemestre, “o mais desafiador é utilizar tecnologias inovadoras”, declara. “Quando vamos a campo e percebemos que a realidade difere do contexto real da nossa convivência, aprendemos práticas de convívio e valorização do nosso bioma e, por vezes, saciamos as nossas inquietudes”, destaca sobre o que mais gosta das aulas práticas. “Muito do que assimilei nesse curso servirá como alicerce na minha jornada profissional. Percebi a minha vocação por meidentificar mais com as disciplinas das áreas agrícolas e microbiologia. Pretendo dar continuidade seguindo a linha de pesquisa que comecei aqui nesse curso e levarei a mesma para fomentar a outros graus de formação”, finaliza.
Pretendo concluir o curso de ciências agrárias,

fazer especializações, mestrado e doutorado na área de agrárias”

– Beatriz Monteiro, estudante do 4osemestre –



Seleção para curso superior pelo Enem/Sisu

Fotografia: Acervo / Antonio Silva

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Curso de tecnologia em gestão de turismo é ofertado pelo IF Baiano no Território Litoral Sul da Bahia

Aula prática de rappel e técnicas verticais na Chapada Diamantina
Espírito inovador e empreendedor, capacidade de gestão, criatividade, liderança, habilidade de trabalho em equipe, facilidade de adaptação a contextos novos, responsabilidade social e ética. Essas características estão entre as habilidades e as competências necessárias a muitos profissionais, certo? Para o coordenador do curso superior de tecnologia em gestão de turismo do Instituto Federal Baiano (IF Baiano) – Campus Uruçuca, Diogo Gomes,elas são os principais desafios para quem vai seguir nesse campo de atuação. 

O curso faz parte do eixo tecnológico Turismo, Hospitalidade e Lazer. Contempla a perspectiva da verticalização do ensino, visto que o campusoferece o curso técnico em guia de turismo integrado ao ensino médio, bem como para estudantes oriundos do extinto curso técnico em turismo e hotelaria, sem falar na demanda regional por qualificação profissional na área”, declara Gomes sobre o perfil da formação no CampusUruçuca.
Aula prática de mise-en-place
Durante o curso, os estudantes possuem muitas práticas, segundo o coordenador. “Os alunos aprendem a elaborar e promover um evento; na disciplina de alimentos e bebidas, aprendem desde a análise sensorial, a produção de alimentos, as técnicas de serviços, a degustação de vinhos; em turismo e meio ambiente, todasas etapas de planejamento e manejo de visitantes em áreas naturais; em agenciamento, aprendem todo o planejamento e a elaboração de roteiros turísticos”, explica Gomes. Segundo a estudante do 1o semestre Jaciara Caldas, as visitas técnicas e os professores do curso têm gerado satisfação. “Há interdisciplinaridade. Nota-se que existem conexões entre uma disciplina e outra e, de modo geral, todas se relacionam”, pontua sobre o que considera mais interessante.
Aula prática de governança

Gomes fala que, para o futuro, os gestores de turismo podem atuam em meios de hospedagem, agenciamento, gastronomia, lazer, recreação, planejamento turístico, ecoturismo, transportes, eventos, entre outros. Para a estudante Caldas, “a área de turismo é muito abrangente”, afirma. O curso lhe dará “uma nova formação e profissão. Paralelamente, serão adquiridos novos conhecimentos, saberes e experiências”, destaca.


Sobre o curso (estrutura / visitas):


  • Laboratório de agenciamento de viagens (estrutura de escritório);
  • Laboratório de ecoturismo (reserva ecológica com trilhas interpretativas em uma área total de 18ha;
  • Laboratório de análise sensorial / Fábrica escola (práticas de alimentos e bebidas);
  • Visita técnica à Chapada Diamantina (aulas práticas de ecoturismo e esportes de aventura).


Por que escolheu o IF Baiano? “Primeiramente, porque o campus está situado na cidade onde resido (Uruçuca), o que facilita o acesso. Depois, porque os Institutos Federais, de modo geral, vêm recebendo um quadro de professores qualificados” 
– Jaciara Caldas, estudante do curso gestão em turismo –


Onde estudar:




Seleção para curso superior pelo Enem/Sisu


Território Litoral Sul da Bahia


Fotografia: Diogo Gomes e Zé Henrique Freire

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