Conceito 4: IF Baiano é bem avaliado por equipe externa

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Por que o IF Baiano é um bom lugar para estudar? Elismar Oliveira, estudante do 10º semestre da graduação em engenharia agronômica, elogia o Instituto Federal Baiano em vários aspectos: quadro de profissionais qualificados, integração dos conteúdos de forma prática e didática, incentivo aos alunos para desenvolverem pesquisa e extensão através de concessão de bolsas e orientação dos docentes para uma formação do estudante mais habilitada aos anseios da comunidade externa.

Foi essa instituição que esteve em análise pelos avaliadores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no ato regulatório recredenciamento institucional, durante o período de 7 a 11 de março. Para a equipe de avaliação externa, foram consideradas as dimensões: planejamento e avaliação institucional; desenvolvimento institucional; políticas acadêmicas; políticas de gestão; infraestrutura física. “Sentime contente em saber que a instituição em que estudo (IF Baiano – Campus Guanambi) foi a escolhida como base para a avaliação do MEC (Ministério da Educação) e, ao mesmo tempo, uma sensação de preocupação e ansiedade”, afirma Oliveira.

Para Nivaldo Carvalho, diretor acadêmico do campus, o que foi preocupação de início por o Campus Guanambi representar todo o IF Baiano num processo de avaliação, por outro lado, a responsabilidade trouxe a preocupação em trabalhar mais “com o apoio de toda a comunidade do campus que se empenhou ao máximo para que pudéssemos atingir o melhor resultado possível. Nesse momento, sabíamos que o lugar em que chegássemos seria fruto do empenho de todos/as”, destaca Carvalho.

Nivaldo comenta que a participação e o engajamento de todos foram efetivos para manter os setores funcionando da melhor maneira possível durante o processo de avaliação. “A reunião de estudantes, por exemplo, que, seguindo orientações dos avaliadores, seria inicialmente formada por três ou quatro representantes de cada turma, não pudemos manter essa programação, uma vez que a maioria dos/as estudantes queria participar, para que de alguma forma pudessem fazer parte daquele momento. E foi o que aconteceu, um auditório praticamente lotado de estudantes”, afirma Carvalho, orgulhosamente.

Segundo Anderson Santana, arquivista, lotado no Núcleo de Gestão Documental – NUGD/Reitoria, o resultado foi positivo: “avalio que estamos no caminho certo e precisamos estar sempre aprimorando os métodos de trabalho, para que possibilite elevar o modelo de gestão e o atendimento ao usuário em nível de excelência”, diz. Enquanto depositário do acervo acadêmico do IF Baiano, durante o processo, sua participação foi relacionada à reorganização (tratamento com aplicação de código de classificação e uso de tabela de temporalidade dos documentos relacionados à atividade-fim).

Para a pró-reitora Camila Santana, “toda equipe do campus (gestores, docentes, técnicos, discentes) é responsável pelo conceito expressivo que o IF Baiano tem hoje. O Campus Guanambi vem ao longo dos anos se destacando numa oferta verticalizada, coerente e consistente e isso resulta em alunos bem formados que, inclusive, retornam para instituição rapidamente, seja para seguir seu itinerário formativo, seja para fazer parte do quadro de servidores da instituição. Queremos ampliar e fortalecer, portanto, as experiências do Campus Guanambi e o trabalho de acompanhamento e orientação realizado no campus. Queremos que estudantes e servidores saibam e se reconheçam parte de uma instituição de excelência no estado.”, declara.

E o conceito 5? Camila Santana acredita que ter um conceito 5 numa próxima avaliação passa pelo aperfeiçoamento dos pontos não considerados de excelência. Para esse processo, ela lembra o papel da Comissão Própria de Avaliação (CPA), responsável pela autoavaliação institucional. “Precisamos ampliar ainda mais a discussão da autoavaliação, dar conhecimento e visibilidade ao trabalho da CPA, participar e contribuir. Desse modo que fortalecemos o processo educativo, o processo de gestão efetivamente participativo e democrático.”, conclui.

 

A instituição se preocupa com o estudante mesmo antes dele ingressar, indo até seu público-alvo, buscando e pensando ações institucionais voltadas para o desenvolvimento econômico e social em constante diálogo e parceria com a comunidade externa e preocupada com a inserção desses jovens e adultos no mundo do trabalho.” – Camila Santana, pró-reitora de ensino –

 

Só gostaria de finalizar relatando o imenso orgulho que sinto em fazer parte de uma Instituição, que fez e faz parte do processo de transformação, superação, isto é, da mudança de vida de muitas pessoas”

– Nivaldo Carvalho, diretor acadêmico do Campus Guanambi –

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