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Trabalhos de estudantes são destaque em evento científico
Última atualização: 11/06/2018 - 16:51 horas | Data de publicação: 06/06/2018 - 9:36 horas

Expo Nacional Milset Brasil premiou estudantes com credenciais para participação em eventos ciêntíficos internacionais.

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Pesquisas desenvolvidas por estudantes do Campus Catu do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano) se destacaram no evento científico Expo Nacional Milset Brasil, que ocorreu de 29 de maio a 1°de junho em Fortaleza, Ceará. A exposição contou com 180 projetos apresentados, oriundos de 22 Estados brasileiros e mais sete países: Portugal, Peru, Paraguai, México, Colômbia, Chile e Argentina.

Três trabalhos desenvolvidos por estudantes do IF Baiano foram premiados com credenciais para participação em outros eventos científicos de abrangência internacional. “Participar deste evento é de fundamental importância para o desenvolvimento da ciência em todo o mundo com pesquisas que contribuem para a solução de várias problemáticas da sociedade”, ressaltou o professor Saulo Capim, orientador dos três projetos apresentados.

Saiba mais sobre as pesquisas e os resultados obtidos no evento:

O trabalho ‘Processamento da farinha da casca do mangostão e sua utilização na alimentação de pessoas com diabetes’, de autoria dos estudantes Daniela de Jesus, Enrick Melo e Iago Lage, conquistou o 2º lugar na categoria Ciências Agrárias e foi credenciado para participar da Milset mundial, evento que irá ocorrer em Dubai, nos Emirados Árabes, em agosto de 2019. A ideia da pesquisa é utilizar o mangostão, um fruto característico da Ásia, mas cultivado em larga escala nas regiões da Amazônia, Pará e no Sul da Bahia, que possui altos valores nutricionais, dentre os quais, elevada quantidade de pectina. Esta propriedade tem como função reter líquidos e formar um gel que pode absorver as substâncias em excesso (glicose) no organismo dos diabéticos.

O projeto teve seu ponto de partida em setembro de 2017. Segundo o estudante Iago Lage, responsável pela apresentação do projeto no evento, o reconhecimento o motiva a prosseguir com a pesquisa. “Nos instiga a pesquisar, a buscar e proliferar a ideia benévola de conhecimento científico, ainda mais quando este é aliado com a beneficência social, como no caso do projeto que apresentei, visando o combate de uma mazela presente em grande parte da comunidade”.

Inscrito na categoria Ciências da Saúde, a pesquisa ‘Utilização da canela na obtenção de substâncias com potências atividades leishmanicidas‘, de autoria da estudante Anna Clara Barbosa, foi premiada com uma credencial para representar o Brasil em evento internacional voltado para estudos de doenças endêmicas e tropicais em Medellín, na Colômbia.

Segundo a estudante do curso de licenciatura em química, o trabalho atual é continuação de uma pesquisa que ela desenvolve desde o ensino médio. “O tema era basicamente o mesmo, o que mudava era que buscávamos identificar a presença de atividade analgésica no óleo da canela, o que conseguimos fazer”. A ideia agora é desenvolver um medicamente de baixo custo e acessível para a população que atue efetivamente no tratamento da leishmaniose.

“Acredito que reconhecer a qualidade de um trabalho é a forma mais eficaz de incentivar a continuidade e aprimoramento do mesmo’, comentou a jovem pesquisadora.

Desenvolvido pelas estudantes Rafaella Maria da Luz e Juliana Souza, a pesquisa ‘Raiz identidade e empoderamento: um estudo histórico-químico da ditadura dos padrões de beleza na sociedade contemporânea’ estuda a formação da identidade nacional e sua relação com a imposição da globalização dos produtos de cosméticos voltados para cabelos crespos e cacheados. O projeto, inscrito na categoria Ciências Humanas, foi premiado com uma credencial para participar de Feira Mineira de Iniciação Científica (Femic), em julho de 2019.

“Esse projeto foi o meu primeiro contato com pesquisa científica, foi o meu primeiro contato com um público fora do âmbito escolar  e pra mim foi uma grande realização participar e sair com uma premiação e um início de bagagem científica”, avaliou a estudante curso técnico em Agropecuária, Rafaella Matos.

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